Alimentação - Prevenção e Cura
Desde o nascimento , os pais preocupam-se com o crescimento de seus filhos. De fato, o crescimento da criança depende de tantos fatores que um grau moderado de ansiedade é normal.
Não se pode garantir, por exemplo, que os pais altos tenham filhos altos, ou que, ao contrário, pais baixos tenham necessariamente filhos da mesma altura.
Além da hereditariedade, a gestação, o tipo de alimentação, os hormônios, certas doenças e medicamentos influenciam a estatura final.
Alguns destes fatores, como, a hereditariedade, não podem ser modificados pela ação dos pais, mas a alimentação e os cuidados durante a gestação são áreas de atuação importantes para a obtenção da plena realização do potencial genético da criança.
Assim, o crescimento adequado é resultado de herança genética, gestação sem problemas, alimentação correta e vida saudável.
A gravidez é um importante processo no crescimento da criança, por isso, a mãe deve dar uma grande atenção a sua alimentação desde o inicio da gestação, pois sabe-se que uma alimentação equilibrada, ou seja , que forneça quantidades suficientes de calorias , proteínas, carboidratos, gorduras e principalmente vitaminas e minerais, previne uma séria de doenças futuras da criança inclusive a obesidade.
E por falar em obesidade, cabe ressaltar que esta enfermidade tem aumentado assustadoramente na infância, adolescência. e ainda mais na fase adulta.
Na infância alguns fatores são determinantes para o estabelecimento da obesidade: desmame precoce, a introdução inadequada de alimentos de desmame, uso de fórmulas lácteas inadequadamente preparadas, distúrbios de comportamento alimentar e inadequada ralação familiar.
Na adolescência soma-se a tudo isto as alterações do período de transição para a idade adulta, a baixa alto estima, o sedentarismo, lanches em excesso malbalanceados e a enorme suscetibilidade à propaganda consumista.
Imagina-se, que receber orientações sobre a alimentação, ou seguir um acompanhamento nutricional, durante a gestação, lactação e infância, será dispendioso. Ledo engano. Atualmente pode-se seguir tais orientações sem investir muito e o mais importante garantir que seu filho nasça com peso e altura adequados, recebendo os alimentos necessários de acordo com idade e desenvolvimento, garantindo assim, uma infância , adolescência e consequentemente uma vida adulta mais saudável..
Bom até o momento falamos de prevenção da assutadora obesidade E manutenção de saúde , mas após as festas de final de ano, é impressindível falarmos da cura , será que têm?
Algumas pessoas insistem em viver para comer, o resultado ? Excesso de peso e muitos problemas de saúde , como por exemplo diabetes, pressão alta, hipercolesterolemia e até mesmo câncer.
Precisamos de comida para realizarmos atividades básicas do dia-a-dia __ para respirar, movimentar, pensar. Entretanto, podemos comer para viver bem e mais. Fazendo as escolhas certas, você pode prevenir as punições inevitáveis da velhice.
Acabamos de passar pelas festas de final de ano e com elas ganhamos alguns quilinhos e com eles menos disposição e saúde e então é hora de tomarmos algumas decisões : praticar atividades físicas e escolher os melhores alimentos que vão proporcionar satisfação, energia e menos calorias.
A escolha dos alimentos é tão importante quanto a quantidade destes. Alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais são essenciais para ganharmos mais saúde. Infelizmente são os alimentos que menos ingerirmos nessa época do ano., são eles cereais integrais, frutas e verduras.
Todos os alimentos devem fazer parte do nosso dia alimentar, porém na medida correta , até mesmo as gorduras são importantes, sem elas temos dificuldades na produção de hormônios.
Muitas mulheres, preocupadíssimas com engordar vão deixando de comer e cada vez mais vão comendo menos e como resultado: NÃO EMAGRECEM.
O motivo é simples mais difícil de compreender: precisamos de comida para emagrecermos. Por isso controlarmos o peso não é tão simples assim.
É necessário sabermos com exatidão a quantidade de energia que gastamos com as atividades que realizamos, além de avaliarmos a composição corporal, ou seja, o quanto temos de gordura, músculo e água e só aí planejarmos o que é preciso comer, quanto comer e a hora que comer.
Para finalizar, pense em seu dia alimentar, analise quais tem sido suas opções, se tem seguido algumas destas recomendações. Caso não esteja, para e reflita o quanto iria ganhar em saúde preocupando-se um pouco mais com sua alimentação e com atividades esportivas.
Pense bem.
Ana Carolina de O. Figueiredo Castro
Nutricionista com especialização em Nutrição Clínica
nutricompany@bol.com.br
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