A mulher do João foi trabalhar e fazer um curso de 6 meses nos Estados Unidos. Crise, sabe como é. Contratou uma bela empregada...
Um dia, sua sogra liga e avisa que vai até lá para jantar. Durante a refeição, a velha não
pode deixar de notar o quanto a empregada era atraente e sensual.
Após o jantar, falando da labuta da filha numa terra estranha pra juntar dinheiro para a família, essas coisas. Lendo os pensamentos da sogra, João diz:
- Eu sei o que a senhora deve estar pensando, mas posso assegurar que meu relacionamento com a empregada é puramente profissional!
Os dois deram a conversa por encerrada, terminaram o jantar e a sogra foi embora.
Uma semana depois, a empregada vira para o João:
- Desde que a sua sogra veio para jantar, a concha de sopa de prata sumiu. Você não
acha que ela levou, acha?
João responde:
- Bem, eu achava que aquela jararaca poderia ser tudo, menos ladra... Mas mesmo assim vou escrever um e-mail para ela, só para ter certeza.
Então ele escreve (com cópia pra esposa nos EUA, só de sacanagem):
- Querida sogrinha, eu não estou querendo dizer que a senhora “pegou” a concha de sopa da minha casa, e não estou querendo dizer que a Senhora “não pegou” a concha de sopa. Mas o fato e que ela sumiu desde o dia em que a senhora esteve aqui para o jantar.
No dia seguinte, João recebe um e-mail de sua sogra (também com cópia para a esposa)
dizendo:
- Querido genro, eu não estou querendo dizer que você “dorme” com a empregada, e não estou querendo dizer que você “não dorme” com a empregada. Mas o fato é que, se ela estivesse dormindo na própria cama dela, já teria achado a concha de sopa que eu coloquei lá, bem debaixo do travesseiro.












